segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O inesquécivel da vida..
Posted by _i[NE]s_ on segunda-feira, setembro 06, 2010
Um dia até podemos perder-nos nas contas e esquecer algo. Mas, mais tarde ou mais cedo, nem que seja por uma troca de olhares, pelo vento com o cheiro de alguém, pelo sabor de um alimento, pelo som que paira no ar, pelo toque ou apenas por um flash instantâneo na nossa cabeça quando fechamos os olhos, vamo-nos relembrar de tudo, senti-lo como se estivesse a acontecer tudo de novo!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
"You could be happy and I won't know
But you weren't happy the day I watched you go
And all the things that I wished I had not said
Are played in loops 'till it's madness in my head.jpg)
Is it too late to remind you how we were
But not our last days of silence, screaming, blur
Most of what I remember makes me sure
I should have stopped you from walking out the door
You could be happy, I hope you are
You made me happier than I'd been by far
Somehow everything I own smells of you
And for the tiniest moment it's all not true
Do the things that you always wanted to
Without me there to hold you back, don't think, just do
More than anything I want to see you, girl
Take a glorious bite out of the whole world"
But you weren't happy the day I watched you go
And all the things that I wished I had not said
Are played in loops 'till it's madness in my head
.jpg)
Is it too late to remind you how we were
But not our last days of silence, screaming, blur
Most of what I remember makes me sure
I should have stopped you from walking out the door
You could be happy, I hope you are
You made me happier than I'd been by far
Somehow everything I own smells of you
And for the tiniest moment it's all not true
Do the things that you always wanted to
Without me there to hold you back, don't think, just do
More than anything I want to see you, girl
Take a glorious bite out of the whole world"
Snow Patrol - You Could Be Happy
Que no final seja por que caminho for, com quem for, quando for e como for, que a felicidade seja a meta!
domingo, 11 de julho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Esquecer...
Posted by _i[NE]s_ on domingo, junho 06, 2010
"Procuro despir-me do que aprendi,
Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram,
E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras,
Desembrulhar-me e ser eu, (...)
Mas um animal humano que a Natureza produziu.
E assim escrevo, querendo sentir a Natureza, nem sequer como um homem,
Mas como quem sente a Natureza, e mais nada.
E assim escrevo, ora bem, ora mal,
Ora acertando com o que quero dizer, ora errando,
Caindo aqui, levantando-me acolá,
Mas indo sempre no meu caminho como um cego teimoso."
Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram,
E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras,
Desembrulhar-me e ser eu, (...)
Mas um animal humano que a Natureza produziu.
E assim escrevo, querendo sentir a Natureza, nem sequer como um homem,
Mas como quem sente a Natureza, e mais nada.
E assim escrevo, ora bem, ora mal,
Ora acertando com o que quero dizer, ora errando,
Caindo aqui, levantando-me acolá,
Mas indo sempre no meu caminho como um cego teimoso."
Alberto Caeiro

Quero esquecer todas as recordações, boas ou más, de tudo e de todos.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Promessas...
Posted by _i[NE]s_ on terça-feira, abril 27, 2010
Constantemente ouvimos promessas... promessas de amizade, de amor eterno e louco, de fidelidade, de respeito... Enfim, de tudo e mais alguma coisa. Constantemente fazemos promessas... promessas de amizade, de amor eterno e louco, de fidelidade, de respeito... Enfim, de tudo e mais alguma coisa.
Era suposto uma promessa ser mais forte que tudo, custasse o que custasse.
E eu deixei de acreditar em promessas...
terça-feira, 20 de abril de 2010
DesprendimentO..
Posted by _i[NE]s_ on terça-feira, abril 20, 2010
Um dia olhamos à volta e metade das pessoas já se foi embora... para outras paragens e outros lugares. E nós continuamos no mesmo sítio, sem sair do lugar continuamos à espera. Talvez à espera de passado que ficou para trás, de um presente que não queremos assumir na nossa vida ou até mesmo de um futuro com tudo de bom que desejamos sempre para nós mesmos, ainda que talvez não lutemos o bastante para que isso se realize.
Quanto mais nos habituamos a pessoas, objectos, lugares, sabores, sensações e sentimentos mais nos custa desprendermo-nos deles.
Agora sim percebo o que custa o desprendimento daquilo que mais gostamos. Mas, ao estarmos presos, sem que notemos, perdemos a nossa liberdade, a liberdade que um momento qualquer pode proporcionar, sem ter de pensar em mais nada.
E quando eu mais quis não me consegui prender e quando eu mais quero não me consigo desprender...
sábado, 27 de março de 2010

Às vezes sentimos saudade e falta do passado... de pessoas, aromas, sabores, lugares, momentos, sons e mais umas quantas coisas. Queremos nesse instante transportar tudo isso para o presente com o intuito de voltar a reviver esse passado no presente, com tudo aquilo em que melhorámos.
Mas esquecemo-nos que o fugaz só se vive uma vez. Não existe repetição possível, existe sim a diferença... quer para o bem quer para o mal, mas igual não!
Na verdade "o passado vai lá atrás" e não passa disso mesmo, de passado. Não vale a pena evocar o passado para o presente, vai ser sempre um erro.
Constantemente vamos deixar pessoas, aromas, sabores, lugares, momentos, sons e mais umas quantas coisas, para trás, e isso faz parte, faz-nos ir em frente, crescer e mudar.
Hoje queria ir, partir sem destino e sem regresso possível. Correr o mundo e sentir o vento no corpo e o sorriso no rosto!
Mas esquecemo-nos que o fugaz só se vive uma vez. Não existe repetição possível, existe sim a diferença... quer para o bem quer para o mal, mas igual não!
Na verdade "o passado vai lá atrás" e não passa disso mesmo, de passado. Não vale a pena evocar o passado para o presente, vai ser sempre um erro.
Constantemente vamos deixar pessoas, aromas, sabores, lugares, momentos, sons e mais umas quantas coisas, para trás, e isso faz parte, faz-nos ir em frente, crescer e mudar.
Hoje queria ir, partir sem destino e sem regresso possível. Correr o mundo e sentir o vento no corpo e o sorriso no rosto!
"Neste carrossel que cada vez que anda não repete a volta de antes"
(Royalistick - Dono de ti)
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uma chance...
Posted by _i[NE]s_ on domingo, fevereiro 21, 2010
"Dá-me uma chance, pra lá do meu alcance, lance novo de um povo novo, um gatilho nervosouma chance... pra ser diferente ou mudar tudo, começar de novo acabar do zero anónimo do mundo
O tempo nao pára, repara perdeste tempo á espera que a chance te cante um amanhã diferente
Que a vida mude, que a morte espere um bocado a contar que a sorte, te transporte pra fora dum bairro
A inventar talentos forçar passatempos á espera que as noites levem dias cinzentos,
A chance tarda e a esperança nunca é de otario mas semana após semana vai estudando o calendário
A vida não espera, e a necessidade aperta com trabalho com descanso ou somente c'uma reza
aposta numa chance duma nuance que seja, que nao me encontras numa esquina numa escola ou numa igreja
O sonho comanda a vida e ilusões, de uma taluda, duma ajuda, um boletim de euromilhoes
as situaçoes dispersão mas enquanto aguardas páras, o preço do insucesso é o dobro do que agora pagas."
Royalistick - Dá-me uma chance
Dá-me uma chance...
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Eu não estava preparada...
Posted by _i[NE]s_ on quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Eu não estava preparada para te ver partir.
Eu não estava preparada para viver os meus dias sem ti.
Eu não estava preparada para não ter mais os teus conselhos para seguir.
Eu não estava preparada para não ter o teu cafuné quando choro.
Eu não estava preparada para não ter o teu beijo de boa noite.
Eu não estava preparada para não ter as tuas mensagens a mandar-me ir para casa.
Eu não estava preparada para não ter o teu olhar.
Eu não estava preparada para passar o teu aniversário sem ti.
Eu não estava preparada... Eu nunca estaria preparada para não te ter.
Eu não estava preparada para viver os meus dias sem ti.
Eu não estava preparada para não ter mais os teus conselhos para seguir.
Eu não estava preparada para não ter o teu cafuné quando choro.
Eu não estava preparada para não ter o teu beijo de boa noite.
Eu não estava preparada para não ter as tuas mensagens a mandar-me ir para casa.
Eu não estava preparada para não ter o teu olhar.
Eu não estava preparada para passar o teu aniversário sem ti.
Eu não estava preparada... Eu nunca estaria preparada para não te ter.
"esta é uma noite para me vingar
do que a vida foi fazendo sem nos avisar
foi-se acumulando em fotografias
em distâncias e saudade
numa dor que nunca acabe
e faz transbordar os dias"
(Mafalda Veiga)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

E se eu pudesse escolher apagava todas as memórias... as boas e as más.
As más para não sofrer com elas, esquecer todas essas recordações que me assombram.
As boas, apesar de o terem sido, não voltam. Por mais que queiramos, não deixarão de ser apenas breves memórias. Mas o serem boas não quer dizer que também não nos remoam por dentro e nos façam sentir angustiados por fazerem apenas e somente parte de momentos passados, momentos do passado.
Preciso de um "reset" à minha cabeça!!!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Posso pôr em causa certezas de anos mas pelo menos já não me engano. :)
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Atitudes...
Posted by _i[NE]s_ on sexta-feira, janeiro 29, 2010
As atitudes não nascem connosco, sendo definidas com o nosso crescimento, com a socialização.É curioso a maneira como às vezes as pessoas mudam de atitudes de repente. Parece que ainda não chegaram, nem vão chegar tão cedo, à fase chamada "cristalização das atitudes".
Entretanto, estas mudanças tão repentinas, fazem-se notar demasiado e transmitem-nos uma só coisa: falsidade.
Falsidade sim porque ninguém muda de atitude sem mais nem menos. Muito provavelmente esta mudança de atitudes não passa de uma grande revelação daquilo que as pessoas sempre foram e pensaram e apenas estava omitido no meio das ilusões que quem as rodeia alimentou a troco de nada ou pouco mais que nada. Bem, quanto ao nada ou pouco mais que nada, também depende da perspectiva.Talvez a imagem que nós temos de alguém não passe mesmo também de uma questão de perspectiva... e eis que um dia acertamos na perspectiva correcta!
Quem engana com atitudes, mais tarde ou mais cedo, leva com elas em cima... é uma questão de tempo!
sábado, 16 de janeiro de 2010
Tempestades...
Posted by _i[NE]s_ on sábado, janeiro 16, 2010
"Eu queria ter amarra nesse cais
para quando o mar ameaça a minha proa
e queria vencer todos os vendavais
que se erguem quando o diabo se assoa"
Rui Veloso - Não me mintas
para quando o mar ameaça a minha proa
e queria vencer todos os vendavais
que se erguem quando o diabo se assoa"
Rui Veloso - Não me mintas
As tempestades podem ser duras e demorar o seu tempo a passar. Podem ir e vir, mas eu continuarei no mar, ainda que à deriva. Umas vezes vou ter rumo, outras talvez não. Mas, se for como se diz, "depois da tempestade vem a bonança", hei-de conseguir conciliar as saudades que trago no peito a toda a hora de quem partiu e aprender a sorrir com as lembraças dos bons momentos que se partilharam.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Talvez seja o sentimento de perda que mais me custe enfrentar na vida. Rasga-me por dentro como se me matasse, me apunhalasse e me esventrasse sem qualquer remorso. Eu sei que as perdas são inevitáveis no decorrer da vida, a não ser que quem se perca sejamos nós mesmos! Se eu pudesse bem que transferia algumas perdas para que fosse a minha perda, mas infelizmente isso não é possível. E ao falar de perdas temos de enfrentá-las e saber diferenciá-las: as que não estão nas nossas mãos e as que estão.
As que não estão nas nossas mãos são lamentáveis, custam a vida toda e nunca vão sarar.
Quanto às outras, as que estão nas nossas mãos, tanto podem ser culpa nossa ou não. Mas essas só temos de admitir os erros que foram cometidos e tentar erguer a cabeça e ultrapassá-las, ainda que a pouco e pouco. Mais tarde ou mais cedo estas serão ultrapassáveis, ainda que deixem marca na nossa alma.
sábado, 9 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
4 anos... <3
Posted by _i[NE]s_ on terça-feira, janeiro 05, 2010
Pesados anos, pesados de mais para os percorrer sem ti ao meu lado mas não há escolha possível, nem nos deram a escolher! É injusto, desumano, e todos os outros adjectivos de conotação pior que má. Preciso de ti a todo e a qualquer momento... do teu abraço, do teu sorriso, das tuas gargalhadas, do teu beijo a meio da noite que me acordava e me deixava fula, da tua comida e dos pratos que preparavas com bonequinhos, dos gritos, das discussões, das tuas festinhas na cabeça e na orelha que me incomodava tanto., de todos os infímos pormenores que preenchiam a minha vida todos os dias.. Preciso da tua presença, preciso da tua vida aqui, preciso de ti comigo!E a cada dia que passa sinto-me com menos força, na realidade sinto-me menos.



Não quero ter de acordar mais um dia, ter de levantar a cabeça da almofada e pensar que é mais um dia sem vocês, um dia vazio. Quero sim adormecer e pensar que a luta chegou ao fim... E digo em tom de desânimo, tristeza, revolta e amargura... Quero-te ao pé de mim! A ti e a todos os outros que perdi... Se soubessem a falta que me fazem e a saudade vossa que me aperta o coração todos os dias... :(
(Apesar de faltar uma foto não quer dizer que signifique menos... Avô <3)
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Ano Novo...
Posted by _i[NE]s_ on quarta-feira, dezembro 30, 2009
Aproxima-se um Ano Novo e as minhas espectativas não são nem as melhores, nem boas, nem as que eu desejaria alguma vez... Simplesmente mais um ano sem aqueles que me fazem falta em todos os minutos, mas com certeza mais um ano a que vou sobreviver, mal ou bem. E a esperança talvez seja de que o adjectivo péssimo não predomine.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Desilusão...
Posted by _i[NE]s_ on domingo, dezembro 27, 2009
Quando olho para trás um sentimento de desilusão invade-me tão repentinamente... A vida é uma desilusão, leva-nos constantemente aquilo que temos de melhor... Se nada nos vai pertencer para sempre para quê lutar diariamente contra as perdas?! Sim, a vida é um PESO, grande de mais para que eu a consiga suportar...
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domingo, 29 de novembro de 2009
O tempo passa..
Posted by _i[NE]s_ on domingo, novembro 29, 2009
À medida que os anos passam e te vão cortando os sonhos acabas por aprender a não sonhar, a não fazer planos para o amanhã e simplesmente viver cada momento de cada vez, aprendes a esperar o incerto.Tornas-te num "pés no chão". O céu não é para ti não, já caíste de bem alto, uma, duas, três vezes.. e as quedas deixam marcas, machucam...
O teu dia-a-dia é um presente com mistura de um pretérito perfeito e imperfeito...
Quanto a algumas pessoas abres mão para que se tornem naquilo que semearam. Outras não, simplesmente estão no coração, tão alojadas que não é possível sequer pensar em lhes dizer adeus, não existe despedida possível, elas vão ser para sempre tuas e tu para sempre delas, nem que o sempre seja apenas no coração...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Dia-a-dia...
Posted by _i[NE]s_ on segunda-feira, novembro 09, 2009
Arrepio-me cada vez que penso em vocês, cada vez que vos quero sentir aqui e não estão presentes... Uma dor impossível de descrever invade-me, invade-me por dentro e mata-me aos poucos e poucos...
As lembranças nunca vão chegar, nunca...
E eu não quero lembrar, isso é muito pouco, eu quero viver...
As lembranças nunca vão chegar, nunca...
E eu não quero lembrar, isso é muito pouco, eu quero viver...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Páginas...
Posted by _i[NE]s_ on quarta-feira, novembro 04, 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Achados e Perdidos
Posted by _i[NE]s_ on domingo, outubro 25, 2009
"Desenho no horizonte Uma viagem
Que faço sem me mover
E passo sobre a ponte
Para outra margem
Onde pudesse perder
O peso dos dias
A dor do caminho
Que fica agarrada à pele
Se a vida voasse
Para além do destino
Como a cabeça nos voa
Numa folha de papel"
Mafalda Veiga - Entre Achados e Perdidos
Entre achados e perdidos da vida, talvez seja aí que eu esteja..
sábado, 24 de outubro de 2009
Tempestade...
Posted by _i[NE]s_ on sábado, outubro 24, 2009
É esta tempestade que faz o meu caminho num lamaçal, que o cobre de poças... O céu fica escuro, faz a minha alma ficar escura e enregela-me o corpo... Surgem trovoadas que me fazem esconder debaixo dos cobertores como se ali nada me acontecesse, fazem do meu quarto o meu pequeno refúgio... Cai chuva, tão forte que me molha e que faz com que as minhas lágrimas se dissipem como se também elas fossem chuva... E o nevoeiro, esse faz com que eu não consiga ver para além dele, faz-me sentir tão impotente pelo que quero ver e não consigo... Será que esta tempestade algum dia irá passar? Só pergunto quando... Já não seria mau se pelo menos abrandasse..
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Talvez a vida seja como o Ballet...Há quem o venere e quem nem o aprecie...
Há quem tenha esse dom no próprio sangue e há quem não o tenha...
Há quem esteja em perfeita sintonia com o seu ritmo e quem nunca se habitue a ele...
Há quem o viva tão intensamente e há quem apenas se habitue a ele...
Há quem o treine todos os dias e há quem não lhe dispense uma hora...
Há quem evolua de dia para dia até conseguir pôr-se em pontas e há quem nem nunca se atreva a experimentar pelo medo de cair...
Mas a queda, essa pode ser fatal, uma lesão profunda e aí há regressão e, às vezes, sem que haja hipótese de a pouco e pouco conquistar o que um dia já foi alcançado ou até mesmo evoluir...
Talvez o segredo esteja apenas na sua dificuldade...
Há quem tenha esse dom no próprio sangue e há quem não o tenha...
Há quem esteja em perfeita sintonia com o seu ritmo e quem nunca se habitue a ele...
Há quem o viva tão intensamente e há quem apenas se habitue a ele...
Há quem o treine todos os dias e há quem não lhe dispense uma hora...
Há quem evolua de dia para dia até conseguir pôr-se em pontas e há quem nem nunca se atreva a experimentar pelo medo de cair...
Mas a queda, essa pode ser fatal, uma lesão profunda e aí há regressão e, às vezes, sem que haja hipótese de a pouco e pouco conquistar o que um dia já foi alcançado ou até mesmo evoluir...
Talvez o segredo esteja apenas na sua dificuldade...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009

Deixa-me voltar ao tempo em que rir era tão verdadeiro, tão habitual..
Deixa-me voltar ao tempo em que gritava com todas as minhas força, de frente para o mar..
Deixa-me voltar ao tempo em que o meu sono era tão profundo que me fazia acordar com força e vontade de viver mais um dia..
Deixa-me voltar ao tempo em que me orientava pelas estrelas..
Deixa-me voltar ao tempo em que os gestos maus eram irreflectidos..
Deixa-me voltar ao tempo de sonhar e acordar com um sorriso na cara..
Deixa-me voltar ao tempo em que o cansaço era recebido com orgulho..
Deixa-me voltar ao tempo em que as conversas telefonicas de horas e horas, noites e noites eram essenciais..
Deixa-me voltar ao tempo das noites passadas em qualquer lado até de manhã..
Deixa-me só voltar, apenas voltar..
terça-feira, 29 de setembro de 2009
"Escutando no ventoTua voz secreta
Que me sopra por dentro
Deixe-me ser só ser
No teu colo eu me entrego
Para que me nutras
E me envolvas
Deixa-me ser só ser
Um ponto de luz
Que me seduz
Aceso na alma
Um ponto de luz
Que me conduz
Aceso na alma
Por trás dessa nuvem
Ardendo no céu
O fogo do sol rai
Eternamente quente
Liberta-me a mente
Liberta-me a mente
Um ponto de luz
Que me seduz
Aceso na alma
Um ponto de luz
Que me seduz
Aceso na alma"
Sara Tavares - Ponto de Luz
Quero o meu ponto de luz...
sábado, 12 de setembro de 2009
Paulo Geraldo - A Desilusão
À espera que os ventos mudem... :(
quarta-feira, 22 de julho de 2009

Qual é a cor da vida?
Talvez amarela como a cor do sorriso que faço para não me estarem sempre a dizer que tenho cara de enjoada, quando simplesmente não há sorriso a dar, ou da cor do limão como a acidez com que certas pessoas nos tratam...
Talvez vermelha como o sangue porque frequentemente, ainda que não provocadas por nós, enfrentamos lutas e guerras que fazem de nós reféns...
Talvez castanha da cor do chocolate que nos adoça, como cada abraço de um Amigo ou cada gesto verdadeiro de pura amizade...
Talvez verde da cor da natureza que nos faz sentir paz, paz interior por estarmos de bem connosco próprios, por sermos quem queremos ser sem termos de nos render a estereótipos criados por alguém; talvez verde da cor da esperança, que nos move diariamente, a esperança de alcançar a felicidade, ainda que apenas momentânea...
Talvez cor-de-rosa da cor dos sonhos bons, que nos faz querer sonhar e sonhar sem acordar, sem ter de enfrentar a realidade como ela é, nua e crua...
Talvez cor-de-laranja da cor do pôr-do-sol que apesar de sabermos que é a despedida do sol, sabemos que ele voltará a brilhar para nós, que nos irá iluminar e que a noite, a tão temida noite, é mesmo necessária à nossa viagem...
Talvez azul da cor do mar que é capaz de nos deixar à deriva na nossa viagem mas que só nos obriga a ajustar as velas do barco correctamente para conseguirmos alcançar o nosso destino, e que perante a sua imensidão nos faz sentir tão insignificantes e tão impotentes perante todo um oceano em que talvez representemos uma gota apenas, uma gota no meio de tantas outras; talvez azul da cor do céu que nos faz desejar ser pássaro paa voar, voar sempre mais alto, voar sem destino e que nos faz sentir o sabor da liberdade...
Ou pode apenas ser preta que representa o luto, o luto de perder as pessoas que mais amamos, da solidão que vivemos sem essas pessoas, da revolta de não as termos, da desilusão que é descobrir que tudo o que tinhamos como certo simplesmente não o é, da impotência que é não ver ou recusarmo-nos a abrir os olhos, da cor dos gritos de desespero que às vezes calamos dentro de nós...
E o branco? Talvez seja branca como a cor dos cisnes, que remetem para a pureza... para a pureza de tudo o que é simples e enche a nossa vida, a pureza de um sorriso verdadeiro, a pureza de uma lágrima verdadeira, a pureza de um abraço sincero, a pureza de um franco amo-te, a pureza de um simples olhar de carinho, a pureza de um simples afago com sentimento, a pureza de um beijo com sentimento, a pureza de um bocejo de cansaço, a pureza de um fechar de olhos de exaustão, a pureza de um sincero adeus. Enfim toda a pureza da verdade...
Se eu pudesse pintar a minha vida, pintava-a de quantas cores existem no mundo, equilibrava os seus tons como os artistas fazem nas suas obras...
Se faltam cores na minha vida? Sim, ainda não as encontrei a todas mas sei que vou descobri-las sim... talvez um dia!
Talvez amarela como a cor do sorriso que faço para não me estarem sempre a dizer que tenho cara de enjoada, quando simplesmente não há sorriso a dar, ou da cor do limão como a acidez com que certas pessoas nos tratam...
Talvez vermelha como o sangue porque frequentemente, ainda que não provocadas por nós, enfrentamos lutas e guerras que fazem de nós reféns...
Talvez castanha da cor do chocolate que nos adoça, como cada abraço de um Amigo ou cada gesto verdadeiro de pura amizade...
Talvez verde da cor da natureza que nos faz sentir paz, paz interior por estarmos de bem connosco próprios, por sermos quem queremos ser sem termos de nos render a estereótipos criados por alguém; talvez verde da cor da esperança, que nos move diariamente, a esperança de alcançar a felicidade, ainda que apenas momentânea...
Talvez cor-de-rosa da cor dos sonhos bons, que nos faz querer sonhar e sonhar sem acordar, sem ter de enfrentar a realidade como ela é, nua e crua...
Talvez cor-de-laranja da cor do pôr-do-sol que apesar de sabermos que é a despedida do sol, sabemos que ele voltará a brilhar para nós, que nos irá iluminar e que a noite, a tão temida noite, é mesmo necessária à nossa viagem...
Talvez azul da cor do mar que é capaz de nos deixar à deriva na nossa viagem mas que só nos obriga a ajustar as velas do barco correctamente para conseguirmos alcançar o nosso destino, e que perante a sua imensidão nos faz sentir tão insignificantes e tão impotentes perante todo um oceano em que talvez representemos uma gota apenas, uma gota no meio de tantas outras; talvez azul da cor do céu que nos faz desejar ser pássaro paa voar, voar sempre mais alto, voar sem destino e que nos faz sentir o sabor da liberdade...
Ou pode apenas ser preta que representa o luto, o luto de perder as pessoas que mais amamos, da solidão que vivemos sem essas pessoas, da revolta de não as termos, da desilusão que é descobrir que tudo o que tinhamos como certo simplesmente não o é, da impotência que é não ver ou recusarmo-nos a abrir os olhos, da cor dos gritos de desespero que às vezes calamos dentro de nós...
E o branco? Talvez seja branca como a cor dos cisnes, que remetem para a pureza... para a pureza de tudo o que é simples e enche a nossa vida, a pureza de um sorriso verdadeiro, a pureza de uma lágrima verdadeira, a pureza de um abraço sincero, a pureza de um franco amo-te, a pureza de um simples olhar de carinho, a pureza de um simples afago com sentimento, a pureza de um beijo com sentimento, a pureza de um bocejo de cansaço, a pureza de um fechar de olhos de exaustão, a pureza de um sincero adeus. Enfim toda a pureza da verdade...
Se eu pudesse pintar a minha vida, pintava-a de quantas cores existem no mundo, equilibrava os seus tons como os artistas fazem nas suas obras...
Se faltam cores na minha vida? Sim, ainda não as encontrei a todas mas sei que vou descobri-las sim... talvez um dia!
terça-feira, 21 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
MadrugadA..
Posted by _i[NE]s_ on quinta-feira, julho 16, 2009
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Muitos anos..